A partir de 2012, concordamos com os estudiosos e a especialista Cléo Fante, que:


    “Ao importarmos o termo no ano de 2000 – por falta de tradução na língua portuguesa – importamos também conceitos utilizados por diversos estudiosos. Tanto aqui quanto em muitos países, ainda existem muitas divergências em relação ao bullying. Motivo pelo qual, em 2008, por consenso entre os principais estudiosos brasileiros, convenciou-se em utilizá-lo somente na relação entre pares estudantes, independente do grau de escolaridade – infantil ao universitário”.


    Sendo assim, consideramos que o bullying escolar e o cyberbullying escolar ocorrem entre pares – somente entre os estudantes – quando o conjunto de comportamentos compartilham o mesmo espaço físico.


    Exemplo: não há bullying contra professor; se um professor for vítima de ofensas por um grupo de alunos, consideramos como crime contra a honra passível de indenização por danos morais. Alertamos que não ocorreu entre pares, isto é, entre crianças, adolescentes e jovens estudantes.

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